por Trade | jul 18, 2019 | Consultoria de Gestão
Da mesma forma que é requerida a adoção de novos modelos de negócio e novas estratégias na quarta revolução industrial, é demandado o desenvolvimento de novas habilidades para compor o perfil de líder de sucesso”, escrevem Sandro Magaldi e José Salibi Neto no livro Gestão do amanhã, lançado no primeiro semestre. As velhas habilidades de liderança da gestão linear – tais como saber delegar e inspirar pessoas, ter boa comunicação e confiança – ainda são necessárias, mas, no ambiente atual, diante da premência da adoção do pensamento exponencial, a lista só se completa com oito novas competências, como destacam Magaldi e Salibi.
1. CRIAR O FUTURO
O novo líder deve fazer propostas moonshot, como missões à Lua – que são de mais longo prazo e que abordam um problema enorme, propondo uma solução radical para ele com uso de tecnologias disruptivas. Esse líder pode criar, dentro da sua organização, organizações para pensar em moonshots – como são o Cubo Coworking (do Itaú), o Luiza Labs (do Magazine Luiza) e o Google X (do Google).
2. PENSAR “BOLD”, COM OUSADIA
Ele se atreve a “sonhar grande”, o que vai muito além de “pensar grande”. O Uber ilustra a diferença: pensar grande seria comprar uma imensa frota de veículos para conquistar o mundo, enquanto sonhar grande é fazer isso sem comprar nada.
3. CONSTRUIR UM PROPÓSITO TRANSFORMADOR MASSIVO (MTP, em inglês)
O líder tem uma visão sincera que fala tanto à mente quanto ao coração dos indivíduos, capaz de inspirar a todos. O MTP também é único, abrangente – no sentido de não ser ligado a uma tecnologia específica –, mas necessariamente potencializado por alguma tecnologia. No caso do Google, o MTP é organizar a informação do mundo.
4. TOMAR RISCOS
Esse líder faz experimentos de negócios que proporcionam aprendizado, e o faz em velocidade, tanto para iniciar algo como para descontinuá-lo. Richard Branson, do Grupo Virgin, exemplifica essa habilidade. Das 500 empresas que criou, 200 já não existem.
5. ENTENDER A LEI DE MOORE, PLATAFORMAS E TECNOLOGIAS
Esse líder associa aquilo que ele já sabe com a exploração do desconhecido, somando novas ferramentas e modelos a seu acervo de conhecimento. Esse líder não é vítima do “momento Iridium”, que acontece sempre que ferramentas lineares e tendências do passado são utilizadas para prever o futuro.
6. FOCAR O CLIENTE, CLIENTE, CLIENTE…
Significa saber usar a tecnologia para incrementar o valor dos produtos e serviços com a participação dos clientes. O foco no cliente é defendido há pelo menos 40 anos, mas antes não era compatível com a vantagem competitiva do negócio e agora é.
7. FAZER GRANDES PERGUNTAS
Esse líder agora é um grande e permanente questionador. O que é uma grande pergunta? É a que tem uma premissa ambiciosa, porém realizável, capaz de começar a mudar o modo como percebemos algo; ela pode servir como catalisadora de mudanças.
8. CONECTAR
Esse líder faz associações entre conhecimentos de especialistas distintos, compondo uma visão mais holística da organização e de suas derivações. Steve Jobs fez isso ao conectar, na Apple, as oportunidades e possibilidades de diferentes tecnologias desenvolvidas no lendário laboratório de inovação da Xerox, o Parc. Conectou ainda os potenciais da organização com as demandas do mercado, o comportamento dos clientes e as tendências de consumo.
Fonte: Revista HSM | Sandro Magaldi e José Salibi Neto
por Trade | dez 20, 2018 | Consultoria de Gestão
Foto: Welbert Dalmasio – Gerente Comercial BMA / Reuter Guimarães – Diretor BMA / Breno Pereira e Marcos Carvalho – Leverpró TI / Marco Aurélio – TRADE / Viviane Kelly – Controller BMA / Mychelle Sarah – Diretora BMA
Missão Cumprida: Fechamos hoje na BMA AMBIENTAL o PLANEJAMENTO e diretrizes, além do ORÇAMENTO do próximo ano.
Parabéns a todos pelo excelente trabalho. Que venha 2019!!! Orgulhoso por participar destes projetos e a mais de 4 anos assessorar a gestão e fazer parte do Conselho Consultivo da BMA.
por Trade | nov 20, 2018 | Consultoria de Gestão
A BÚSSOLA PARA ALCANÇAR OBJETIVOS E ATINGIR METAS
Imagine-se entrando na cabine de um moderno avião a jato onde houvesse apenas um único instrumento. Como você se sentiria após a seguinte conversa com o piloto?
P: Não imaginei que você pilotasse o avião com um único instrumento. O que ele mede?
R: A velocidade do ar. Estou controlando rigorosamente a velocidade do ar neste voo.
P: Ótimo. A velocidade do ar deve ser importante. Mas, e a altitude? Um altímetro não ajudaria?
R: Aprendi a controlar a altitude nos últimos voos e já sou mestre nisso. Agora tenho que prestar atenção na velocidade do ar.
P: Mas você sequer tem um medidor de combustível. Não seria útil?
R: Claro; o combustível é importante, mas não consigo me concentrar em tantas coisas ao mesmo tempo. Por isso, neste voo, a minha maior preocupação é com a velocidade do ar. Quando aprender a dominá-la tão bem quanto a altitude, vou me dedicar ao consumo de combustível.
Acredito que, depois dessa conversa, você não embarcaria mais em um avião. Mesmo que o piloto demonstrasse um desempenho excepcional no controle da velocidade do ar, você morreria de medo de se chocar com montanhas altas ou ficar sem combustível.
Obviamente, essa conversa é uma fantasia, pois nenhum piloto se arriscaria a comandar um avião com auxílio de um único instrumento. Pilotos experientes processam, com absoluta naturalidade, informações provenientes de diversos indicadores.
Desta forma, conduzir organizações empresariais em meio a um ambiente competitivo é, no mínimo, tão complicado quanto pilotar um avião a jato. Um erro do piloto, muitas vezes, pode colocar em risco a vida de pessoas. Nas empresas não é diferente, a falta de conhecimento, planejamento e gestão é um erro fatal e pode comprometer a sua sobrevivência.
Por que deveríamos acreditar que os executivos e empresários podem se contentar com um conjunto incompleto de instrumentos para dirigir suas empresas?
Os executivos, assim como os pilotos, precisam de indicadores sobre vários aspectos do ambiente e do desempenho organizacional, sem o que não teriam como manter o rumo da excelência empresarial, ou simplesmente, administrar a empresa.
Portanto, torna-se mais do que necessário atentar para formular planos e programas para desenvolver as atividades empresariais.
A gestão planejada é feita mediante um orçamento e pressupõe, em termos gerais:
- Desenvolver no presente o planejamento do futuro da gestão no âmbito de objetivos gerais e/ou setoriais, envolvendo os colaboradores
- Planejar de maneira organizada a utilização dos recursos humanos, tecnológicos e financeiros
- Projetar as principais peças orçamentárias: vendas, investimentos, despesas administrativa, financeira e de pessoal, gastos com produção, matéria-prima, DRE, caixa, balanço e os indicadores de controle e gestão
- Preparar a estrutura organizacional da empresa de forma a proceder à execução das atividades programadas
- Estudar e por em prática instrumentos adequados de controle, capazes de verificar o grau de aproximação das ações desenvolvidas com os objetivos que foram fixados

Desta forma, as empresas utilizam o orçamento empresarial como instrumento capaz de fazer previsões, a programação das atividades do dia a dia no sentido de atingir os objetivos e metas macros e também setoriais.
O orçamento é a principal ferramenta de monitoramento do planejamento estratégico das organizações. Funciona como uma BÚSSOLA nas empresas, permitindo:
- Verificar os processos e o cumprimento ou não dos objetivos e metas
- Desenvolver a cultura de analisar constantemente as condições econômico/financeira e a situação interna da empresa
- Melhorar a organização uma vez que atribuem responsabilidades precisas a cada função e setor
- Determinar uma formulação harmônica dos programas de cada unidade
- Melhorar a comunicação e interação entre as áreas e gerências
- Envolver todos os membros da diretoria na determinação dos objetivos e metas
- Desenvolver o hábito de raciocinar em termos de rapidez, oportunidade e cautela na tomada de decisões
- Evidenciar a eficiência e a ineficiência
- Aumentar expressivamente a capacidade de geração de valor da empresa e o retorno do investimento dos seus acionistas
Enfim, o Orçamento Empresarial traz transparência e governança corporativa, permitindo o acompanhando e controle da gestão e o reconhecimento e premiação dos gestores, colaboradores e departamentos que realmente merecem e, fundamentalmente, desenvolve uma cultura de Meritocracia e focada em Resultados.
Normalmente o planejamento orçamentário começa a ser elaborado no início do 2º. semestre de cada ano, possibilitando aos gestores programar o ano seguinte, compartilhar e dividir claramente as responsabilidades e ações com a sua equipe.
Como está o orçamento de sua empresa? Já está na hora apertar o cinto e alçar voos mais altos, afinal, uma empresa que não consegue definir e monitorar os seus objetivos e metas é uma empresa sem foco, sem brilho, sem alma.
Autor: Marco Aurélio Rodrigues
por Trade | jul 10, 2018 | Consultoria de Gestão
Galindo fala sobre a história e o processo de expansão da companhia, conquistado principalmente por meio de aquisições. “O curso Pitágoras, a origem da Kroton, foi montado em 1966. São mais de 50 anos de história em educação”, diz. De acordo com o executivo, a nova Kroton abriu capital em 2007 e começou a ser estrutura em 2009 com a entrada do fundo de private equity Advent. Depois disso, o grupo educacional adquiriu o Iuni, a Unopar e a Anhanguera, e teve ainda a tentativa de compra da Estácio barrada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). “Empreender é saber correr riscos. Qualquer revés gera frustração. O que muda é como você lida com ela”, afirma.
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Neste segundo bloco (abaixo), ele fala sobre a criação da holding Saber. De acordo com o executivo, em junho de 2015 foi criado um grupo de estudo para entender o mercado de educação básica no Brasil. “O mercado de educação básica é muito fragmentado. O País tem quase 30 mil escolas privadas”, diz Galindo. No entanto, segundo ele, mais fragmentação significa mais oportunidades de consolidação com ativos menores. “A Saber veio para dar autonomia e separar bem os negócios”, afirma. O executivo comenta ainda que a aquisição da Somos Educação, que ainda está em análise pelo Cade, fez parte de uma análise estratégica muito mais ampla e que o grupo fará novas aquisições em breve.
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por Trade | out 25, 2017 | Consultoria de Gestão
Você tem dúvida se o planejamento é algo importante para a sua empresa? Neste vídeo para empreendedores, o diretor da People + Strategy João Roncati fala sobre o tema e conta um pouco da história dessa prática que remonta ao Egito antigo.
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por Trade | out 25, 2017 | Consultoria de Gestão
Toda empresa precisa de ferramentas de gestão que a ajudem a crescer e se desenvolver. Neste vídeo para empreendedores, o diretor do Cubo Coworking Itaú, Flávio Pripas dá algumas dicas de ferramentas que estão sendo usadas hoje no universo das startups.
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