O passo essencial para o sucesso de qualquer projeto: avaliar sua viabilidade

O passo essencial para o sucesso de qualquer projeto: avaliar sua viabilidade

Antes de investir tempo, dinheiro e energia em qualquer projeto, a pergunta que não pode ficar sem resposta é: ele é viável?

Um estudo de viabilidade é a ferramenta que traz essa clareza, permitindo que você avalie de forma detalhada todos os fatores envolvidos. Ele analisa custos, projeções de retorno, riscos, oportunidades de mercado e recursos necessários, oferecendo uma visão completa do cenário.

Com base nessa análise, é possível tomar decisões estratégicas, minimizar desperdícios, antecipar desafios e maximizar os resultados esperados.

Em outras palavras, um projeto só tem chances reais de sucesso quando sabemos exatamente se ele é viável.

Saiba mais sobre este serviço em https://tradecon.com.br/capital/estudo-de-viabilidade/

KPIs que realmente importam: como medir o que faz diferença para o seu negócio.

KPIs que realmente importam: como medir o que faz diferença para o seu negócio.

Você sabe se está medindo o que realmente faz diferença para o seu negócio?

Muitas empresas ainda acompanham dezenas de métricas que parecem bonitas no relatório, mas que não influenciam de fato nas decisões estratégicas. Foi exatamente esse desafio que a Arezzo&Co enfrentou em 2023.

A companhia percebeu que seus painéis estavam cheios de indicadores, mas poucos realmente direcionavam a tomada de decisão. Com o apoio de uma consultoria, redefiniu seus KPIs, priorizando pontos como giro de estoque, margem bruta e o NPS focado nos canais digitais. O impacto foi imediato: maior eficiência operacional, melhoria no relacionamento com o cliente e crescimento expressivo das vendas online — além de ganhos diretos em rentabilidade.

O aprendizado é claro: métricas irrelevantes custam tempo e foco. O verdadeiro diferencial está em envolver lideranças na escolha dos indicadores, garantir entendimento do impacto de cada KPI e revisar periodicamente o painel de acompanhamento.

É justamente nesse ponto que a Trade atua: ajudando empresas a construir painéis de KPIs que traduzem a estratégia em ação prática, eliminando métricas de vaidade e garantindo que cada área saiba exatamente em que focar para gerar resultados consistentes.

Acompanhe nossos conteúdos e veja como transformar dados em crescimento real.

Como um Plano de Negócios Bem Estruturado Pode Atrair Investidores?

Como um Plano de Negócios Bem Estruturado Pode Atrair Investidores?

Ter uma boa ideia não basta: é preciso mostrar o caminho.

Investidores não buscam apenas visão, mas clareza, estratégia e segurança. Um plano de negócios bem estruturado apresenta metas, projeções realistas, análise de mercado e gestão de riscos — transformando potencial de crescimento em caminhos concretos.

Construímos planos de negócios personalizados para empresas que querem atrair investimento com confiança e crescer de forma estratégica.

Saiba mais sobre este serviço em https://tradecon.com.br/capital/plano-de-negocios/

Reunião de Planejamento com a VABH

Reunião de Planejamento com a VABH

Na foto: Bernardo Gribel, Viviane Araújo, Danielle Teixeira, Marco Aurélio Rodrigues e Alexandre Araújo.

Estar presente é parte da nossa estratégia!

Na semana passada, nos reunimos com a VABH para apresentar e acompanhar a evolução da estratégia financeira e do planejamento da empresa. Momentos como esse reforçam a importância de estarmos próximos, entendendo de forma aprofundada cada etapa do negócio para contribuir com decisões mais assertivas.

A Trade acredita que gerar valor vai muito além de entregar relatórios ou análises: é participar ativamente da construção de resultados, atuando lado a lado com nossos clientes para que cada ação seja um passo rumo ao crescimento.

Agradecemos à VABH pela confiança e pela parceria contínua. Seguimos juntos, transformando estratégia em resultado. 🤝🏼

A diferença que todo gestor precisa entender entre estratégia e planejamento

A diferença que todo gestor precisa entender entre estratégia e planejamento

Você sabe a diferença entre estratégia e planejamento?

Essa é uma pergunta que gostamos de fazer para os nossos clientes, pois muitos confundem esses conceitos, e entender isso é importante para o sucesso de qualquer negócio.

➡️ A estratégia é uma visão de longo prazo. Determina o que será feito e por que será feito. É a escolha do melhor caminho. Geralmente, é uma visão ampla, baseada na análise de oportunidades e tendências. Pode considerar um novo mercado, um novo produto ou serviço, ou uma inovação. Muitas vezes, parte de uma visão externa. Envolve escolhas inteligentes e define os melhores caminhos para o crescimento da empresa.

➡️ Já o planejamento tem uma visão de curto e médio prazo. Determina como e quando será feito. Normalmente, parte de uma visão interna, lidando com cronogramas, metas, indicadores, planos de ação e gerenciamento. Em geral, trata-se da execução da estratégia.

São conceitos diferentes, mas complementares. Uma boa estratégia com um bom planejamento é o melhor dos mundos.
E é exatamente isso que implementamos em nossos clientes.

Vou apresentar aqui algumas metodologias e ferramentas aplicáveis na gestão que podem ajudar a exemplificar e explicar melhor esses dois conceitos:

  • A análise SWOT (FOFA) e as 5 Forças de Porter são utilizadas para definição de estratégias.
  • Já o 5W2H, a matriz RACI e o planejamento orçamentário e financeiro são utilizados para o planejamento.
  • Geralmente, utilizamos ferramentas como Trello, Asana ou Monday para o gerenciamento.

Além disso, acho legal apresentar alguns cases, fazendo um paralelo entre os dois conceitos:

McDonald’s e Volvo

Essas empresas fizeram uma parceria para instalação de estações de recarga elétrica em suas unidades, especialmente nos pontos de drive-thru.

➡️ Estratégia: Posicionar-se como marcas sustentáveis e inovadoras. Diferenciar-se por antecipar tendências. Vender para consumidores de alto valor.

➡️ Planejamento: Elaborar um cronograma de implantação da estratégia. Aumentar o tempo de permanência e o ticket médio das vendas.

Hering e Grupo Soma

Após ser adquirida pelo Grupo Soma, que engloba várias marcas de renome como Animale e Farm, a Hering passou por um reposicionamento de marca.

➡️ Estratégia: Elevar a percepção de valor da marca. Conquistar novos públicos. Criar mega lojas unindo lojas físicas e e-commerce, com definição de verbas para investimento em tecnologia e aumento da receita por loja.

➡️ Planejamento: Mapear o perfil demográfico dos consumidores, definir verbas de investimento em tecnologia e criar um cronograma para instalação das novas lojas.

Kit Kat no Japão

No Japão, a expressão “Kit Kat” se assemelha à expressão “Kitto Katsu”, que significa “você certamente vencerá”. Por isso, o chocolate é visto como um amuleto da sorte. Além disso, os japoneses têm o hábito de presentear com chocolates em datas especiais.

➡️ Estratégia: Adaptar o produto ao comportamento local. Criar vínculo emocional, aumentando o valor agregado.

➡️ Planejamento: Investir em embalagens especiais e sabores exclusivos e regionais que remetam à cultura local, como saquê, matcha, wasabi e batata-doce. Criar vendas exclusivas por região, de acordo com a culinária típica. Definir versões premium para presentes, disponíveis em aeroportos e estações.

Neste momento, a equipe da Trade está atuando na elaboração do planejamento estratégico dos nossos clientes.

E a sua empresa? Já tem o planejamento estratégico estruturado ou está apenas operando no piloto automático?

Reflita aí e, se precisar de ajuda, conte com a nossa equipe.

Conheça o case Labubu

Conheça o case Labubu

Quando foi a última vez que um brinquedo conseguiu mudar a forma como enxergamos gestão empresarial?

Pode parecer estranho, mas o fenômeno Labubu (aquele bonequinho colecionável que virou febre mundial) é muito mais do que um sucesso de vendas. Ele traz lições práticas e atuais para quem pensa em gestão, inovação e crescimento de negócios.

Você provavelmente já viu um por aí, nas redes sociais ou em lojas, mas talvez não saiba exatamente o que ele é, nem a história por trás do sucesso da Pop Mart, a empresa chinesa responsável por essa febre.

Labubu é um personagem colecionável criado pela Pop Mart, que adotou a estratégia de “blind box” — caixas surpresa que contêm um brinquedo aleatório — para vender esse e outros produtos. Essa forma de comercialização cria uma experiência única para o consumidor, misturando curiosidade, surpresa e o desejo de colecionar diferentes peças.

Desde 2019, a Pop Mart adotou esse modelo e transformou o brinquedo em um fenômeno global. Com presença em mais de 90 países, a empresa não só vende brinquedos, mas constrói um ecossistema de exclusividade, desejo e engajamento… e faturou mais de 400 milhões de dólares só com essa linha.

O diferencial? Não está só no produto, mas no jeito de gerir a empresa.

A Pop Mart investe fortemente em entender o comportamento do consumidor e usa dados para ajustar estoques, desenvolver lançamentos e direcionar campanhas. Isso garante que a empresa não só venda, mas mantenha uma base fiel e ávida por novidades.

Além disso, o crescimento internacional foi feito com planejamento e escalabilidade, respeitando as particularidades de cada mercado para não perder o controle da operação e garantir qualidade.

E mais: o modelo de “blind box” é uma inovação em modelo de negócio. Em vez de competir por preço ou características técnicas, a Pop Mart criou valor por meio da exclusividade e da experiência, gerando uma relação emocional entre cliente e produto.

O que isso significa para quem trabalha com gestão empresarial?

Primeiro, que inovação não é só lançar um produto novo, mas pensar no modelo de negócios e na experiência que a empresa entrega ao cliente.

Segundo, que o uso de dados e feedback constante é vital para ajustar o rumo e garantir crescimento sustentável.

E terceiro, que expansão precisa ser feita com planejamento estratégico para evitar riscos e preservar o que torna a marca valiosa.

Esse case mostra que, para crescer de verdade, é preciso olhar além do produto, colocando o cliente no centro, usando inovação como ferramenta e gestão orientada a dados como base.

Se sua empresa quiser ir além do óbvio, essas são as lições que vale absorver.