Por que muitas empresas falham ao estruturar a cultura organizacional?

Por que muitas empresas falham ao estruturar a cultura organizacional?

Neste episódio da nossa série, Ana Paula Clemente fala sobre os erros mais comuns nesse processo e mostra por que o exemplo das lideranças é fundamental para que a cultura realmente se sustente.

A Uber é um caso emblemático: após enfrentar uma grave crise de clima organizacional, a empresa só conseguiu se reestruturar quando reformulou sua governança e passou a envolver todos os níveis na transformação da cultura.

🎯 A Trade ajuda empresas a fortalecerem sua governança e criarem ambientes mais saudáveis, engajados e produtivos. Se a cultura da sua empresa ainda não reflete o que você gostaria, talvez seja hora de repensar sua estrutura e buscar apoio especializado.

Acompanhe nossos conteúdos e entenda como podemos transformar o futuro da sua empresa.

Como construir equipes de alta performance em cenários de crise

Como construir equipes de alta performance em cenários de crise

Momentos de crise colocam à prova não apenas a estratégia das empresas, mas principalmente a força de suas equipes.

Neste episódio da nossa série, Ana Paula Clemente fala sobre como formar times de alta performance mesmo em cenários de incerteza — e mostra que o verdadeiro diferencial está nas pessoas.

Mais do que processos bem estruturados, o que sustenta uma equipe em tempos difíceis é a confiança, a clareza de propósito e a abertura ao diálogo. Quando líderes conseguem criar ambientes seguros e colaborativos, os times se fortalecem e se tornam capazes de inovar mesmo sob pressão

A Trade acredita que a governança e o apoio de conselheiros experientes podem ser o ponto de virada para atravessar períodos desafiadores com resiliência e visão de futuro.

Acompanhe nossos conteúdos e entenda como a diversidade pode transformar o futuro da sua empresa.

Governança Corporativa em Empresas de Capital Fechado

Governança Corporativa em Empresas de Capital Fechado

Governança corporativa em empresas de capital fechado: desafios e oportunidades

Quando se fala em governança corporativa, muitas empresas de capital fechado ainda acreditam que o tema se aplica apenas a companhias listadas em bolsa. Essa visão limitada faz com que inúmeros negócios deixem de aproveitar um dos maiores diferenciais competitivos do mercado atual: a capacidade de estruturar decisões estratégicas com base em transparência, responsabilidade e sustentabilidade empresarial.

A governança corporativa é, essencialmente, o conjunto de práticas que define como uma empresa é dirigida, monitorada e incentivada. Ela envolve desde a clareza na divisão de funções entre sócios e gestores, até a criação de conselhos, políticas internas e indicadores que garantem uma gestão mais equilibrada e previsível. Em empresas familiares, por exemplo, ela é o que evita conflitos de interesse, centralização de poder e falta de continuidade na sucessão.

O desafio está justamente aí: em negócios menores ou de controle concentrado, a governança muitas vezes é vista como burocracia — e não como uma ferramenta de fortalecimento. Essa percepção impede avanços em áreas críticas, como atração de investidores, acesso a crédito e valorização de mercado. Sem um modelo de governança estruturado, a empresa depende de decisões individuais e perde eficiência, dificultando a profissionalização e o crescimento sustentável.

Por outro lado, as oportunidades são significativas. Uma governança bem implementada traz credibilidade, melhora a comunicação interna, reduz riscos e cria bases sólidas para expansão ou até futuras operações de fusão e aquisição. É também um diferencial competitivo diante de um mercado cada vez mais exigente em transparência e resultados consistentes.

A Trade atua justamente nesse ponto de virada. Por meio de uma consultoria especializada, apoia empresas na construção e no aprimoramento de seus modelos de governança. O trabalho envolve desde o diagnóstico da estrutura atual até a criação de conselhos, políticas internas e práticas que alinham os interesses dos sócios aos objetivos estratégicos do negócio.

O resultado é uma empresa mais profissional, organizada e preparada para crescer de forma sustentável — com decisões que olham para o futuro, não apenas para o curto prazo.

A governança corporativa não é uma exigência externa, mas uma escolha inteligente de quem quer fortalecer o próprio negócio.

Quer entender como estruturar esse processo na sua empresa?

Bernardo Gribel participou de um webinar sobre Governança em Fintechs ao lado de Túlio Iannini

Bernardo Gribel participou de um webinar sobre Governança em Fintechs ao lado de Túlio Iannini

O webinar trouxe uma troca de alto nível sobre governança em fintechs, explorando os desafios e as oportunidades desse setor em constante transformação.

No dia 02/10 (quinta-feira), de 8h30 às 10h, nosso sócio Bernardo Gribel participou de um webinar ao lado de Túlio Iannini, trazendo uma troca de alto nível sobre governança em fintechs, explorando os desafios e as oportunidades desse setor em constante transformação.

Com mais de 20 anos de experiência, Bernardo atua em fusões e aquisições, IPOs, intermediação de negócios e gestão, tendo passado por empresas como Shell Brasil, Brasil Brokers, Gribel Imóveis, Krug Bier, AgroSabor, entre outras. É conselheiro certificado em inovação e startups, além de ter sólida formação em finanças e tecnologia.

Túlio, por sua vez, tem mais de três décadas de atuação no setor de tecnologia e 14 anos dedicados a fintechs. Foi presidente da Assespro-MG, vice-presidente da Assespro Nacional e hoje é diretor na ACMinas. Fundador da U4C, liderou a empresa até sua aquisição pelo grupo global OKTO, com presença em 13 países. É também conselheiro certificado, autor e figura ativa no ecossistema de inovação e fintechs no Brasil.

Foi um encontro para discutir de forma prática e estratégica como a governança pode fortalecer fintechs e prepará-las para os desafios de um mercado cada vez mais dinâmico.

A Ascensão dos Conselhos

A Ascensão dos Conselhos

Quem toma suas decisões estratégicas quando você não está olhando?

Muitas empresas crescem e alcançam resultados, mas chegam a um ponto em que decisões complexas exigem múltiplas perspectivas. É nesse momento que a criação de um conselho consultivo ou de administração se torna um diferencial estratégico.

Um conselho bem estruturado reúne profissionais experientes e de diferentes áreas, capazes de analisar riscos, antecipar oportunidades e apoiar decisões críticas. Isso não significa substituir a gestão, mas potencializar sua eficácia, garantindo que a empresa cresça de forma sólida e sustentável.

No entanto, muitas empresas enfrentam dificuldades na implementação: desde a escolha dos membros certos até a definição de responsabilidades e processos claros de atuação. É exatamente aqui que a Trade atua. Auxiliamos empresas a estruturar conselhos estratégicos personalizados, garantindo que cada reunião gere valor real, conectando governança à execução prática e transformando decisões em resultados concretos.

Para saber mais sobre Conselho, acesse https://tradecon.com.br/conselheiros/

Transformação Digital nos Conselhos

Transformação Digital nos Conselhos

Em 2025, a tecnologia está redefinindo a forma como os conselhos atuam e tomam decisões estratégicas nas empresas. Ferramentas digitais, inteligência artificial, big data e plataformas de análise avançada permitem que decisões complexas sejam tomadas com mais rapidez, precisão e embasamento, enquanto a transparência e o acompanhamento de indicadores se tornam mais efetivos.

A transformação digital também exige que os profissionais se adaptem constantemente, desenvolvendo novas habilidades e uma mentalidade aberta à inovação. A tecnologia sozinha não garante resultados; é necessário que as empresas integrem essas ferramentas aos processos estratégicos, conectando dados, análise e tomada de decisão de forma coerente e eficiente.

Apesar de sua importância, a tecnologia não substitui o papel do conselho. Decisões estratégicas exigem julgamento humano, experiência e visão integrada do negócio — aspectos que nenhum algoritmo consegue reproduzir por completo.

É justamente nesse contexto que a Trade atua, oferecendo serviços de conselho que apoiam empresas na tomada de decisão e na estruturação de processos de governança. A atuação da Trade permite que o conselho utilize a tecnologia como ferramenta de suporte, mas continue exercendo seu papel central na definição de estratégias, mitigação de riscos e alinhamento com os objetivos do negócio.

Para saber mais sobre Conselho, acesse https://tradecon.com.br/conselheiros/