Ambiente mais desafiador. Governança mais estratégica.

A nova edição da pesquisa do IBGC mostra que 2026 será um ano de maior complexidade para o ambiente de negócios no Brasil.
35,3% dos conselheiros e executivos avaliam o cenário como negativo, reflexo de fatores como carga tributária, insegurança jurídica e tensões geopolíticas.

Mas o dado mais relevante não está no pessimismo externo. Está na resposta interna.

➡️ 59% mantêm perspectiva positiva quanto ao desempenho das próprias organizações
➡️ 54,7% confiam na capacidade de antecipação de riscos
➡️ Os investimentos continuam: expansão de mercado, transformação digital e desenvolvimento de capital humano lideram as prioridades para 2026

Ou seja: o cenário pressiona, mas as empresas estruturadas seguem avançando.
Na governança, o movimento é claro: 85,3% consideram provável o aprimoramento das práticas em 2026

🎯 O foco está em fortalecer diretoria, estrutura de conselho e competências estratégicas, pontos centrais para decisões mais consistentes em ciclos de maior volatilidade

O que a pesquisa revela não é fragilidade. É um novo patamar de exigência.

Em um ambiente mais complexo, governança precisa deixar de ser formalidade e se tornar instrumento efetivo de direcionamento estratégico, alocação eficiente de capital e gestão estruturada de riscos.

🤝 Empresas que tratam governança como alavanca estratégica estão mais preparadas para sustentar crescimento mesmo em ciclos adversos.

O desafio não é ter governança.
É fazer dela um ativo real de geração de valor.

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