O segredo é gerar facilidades para uma gestão genial

O segredo é gerar facilidades para uma gestão genial

É cada vez mais comum ouvirmos que empresários e gestores vivem às voltas com desafios típicos do universo corporativo. Nesse caso, entre nosso aprendizado, observamos que precisamos estar atentos à movimentação – característica, hoje, especialmente quando se pensa em negócios. Precisamos entender que a facilidade é elemento universal do sucesso de todo negócio, onde o papel da gestão continua sendo fundamental.

Costumo comentar que uma gestão bem alicerçada é aquela que parte de algumas premissas, como o fato de entendermos que a genialidade de toda gestão está em gerar facilidade para se multiplicar. Ou seja, uma boa gestão é aquela que faz o negócio crescer exponencialmente por meio da geração de facilidades.

Ao entendermos que a facilidade é elemento universal do sucesso de um negócio e que a facilidade funciona em qualquer tempo, em qualquer mercado, estaremos alinhados à relevância da gestão nesse contexto.

Para exemplificar de forma clara, aproveito para orientar os profissionais com parte do conteúdo capítulo 4 do Gestão Fácil, livro de minha autoria, onde demonstro o meu entendimento sobre o segredo da multiplicação, mesmo quando se tem um negócio que precisa de estrutura física, liberações legais e treinamento especializado.

Entre outras menções, reforço que gero facilidade para todos os meus franqueados e que a nossa maior fonte de novas franquias vem justamente da indicação deles. Como resultado, noto que ninguém sai falando mal, porque o nosso diferencial, a nossa mina de ouro não é uma aposta na loteria, é a genialidade da gestão.

Precisamos entender que o diferencial de um negócio é a genialidade da gestão

Sempre oriento que uma gestão genial depende de vários pontos, como buscar a solução do problema de sua empresa, entendendo o seguinte princípio: é preciso que o empresário/gestor seja genial. A genialidade é a união entre sabedoria e inteligência; entre o poder de criar e o de realizar (defendendo que um não é mais do que o outro, mas, sim, que se completam).

Precisamos compreender que, como líderes, precisamos alternar entre a visão ampla e a visão concentrada do negócio. É muito fácil apontar o dedo para alguma situação e dizer no que estão errando. Até mesmo porque quem tem a visão de fora do problema, tem uma visão ampla. Mas, como sempre destaco, vivi alguns conflitos em meu trabalho e tive que parar para analisar cada uma das situações e refletir como é que eu poderia resolver, qual caminho seguir e o que fazer.

Não atingir a genialidade dentro de um negócio, na verdade, é o mais fácil; em resumo, tudo o que venho mencionando significa que é preciso atenção para as novidades, pois são elas que influenciam os nossos hábitos. Os negócios estão sempre em movimento, pois as pessoas são assim, estão constantemente em transformação, mudam o tempo todo em tudo, absolutamente tudo. É inerente a elas, e é delas que brota a genialidade. Por isso, procuro oferecer os caminhos para uma gestão genial.

A genialidade de um negócio está em fazê-lo crescer exponencialmente e a gestão exerce papel fundamental nesse processo

Um outro ponto que sempre costumo destacar é como a exponencialidade faz um negócio crescer em ritmo acelerado. Por exemplo, imagine alguém que recebeu uma herança de um milhão de reais e decide que vai comprar uma casa para investir o dinheiro. Essa pessoa compra a casa e, depois de uma reforma, começa a alugá-la por 0,5% do valor do imóvel. Do outro lado, temos alguém que decidiu vender pastéis e gasta R$1,00 para produzir cada um, vendendo o produto final por R$5,00 – ou seja, 400% de lucro sobre o que investiu. Ganha mais dinheiro quem vende pastel, com certeza!

Agora é preciso que ele encontre a fórmula da exponencialidade: produzir mais, ter pessoas vendendo seu produto em diferentes partes da cidade, usar os princípios de gestão para que seu negócio se multiplique sem precisar que cada um dos salgados passe por suas mãos, mas sim, que sigam a sua receita. Vivemos, hoje, uma vida corrida e quem gera facilidades muitas vezes nem precisa brigar por preço, porque facilitar a vida de alguém literalmente não tem preço.

Um exemplo disso é a Amazon, que oferece a melhor experiência de compra para o cliente. Ela não só criou a compra com um clique, mas cria todo o seu processo em torno de gerar facilidades para seus consumidores. Joey Coleman, editor da CRM Magazine nos Estados Unidos, contou em um artigo que pediu pilhas na Amazon, mas se confundiu e comprou do tamanho errado. Ao contatar o chat da empresa, explicou ao atendente que tinha comprado pilhas AA quando na verdade queria o tamanho AAA e precisava trocá-las. Ele conta que a funcionária disse para guardar as erradas e que a Amazon mandaria imediatamente pilhas AAA sem custo adicional.

A empresa percebeu que, pelo tempo e dinheiro necessários para processar a devolução, reabastecer o estoque de pilhas e revendê-las, era mais fácil e mais econômico simplesmente fornecer as pilhas e transformar Coleman em um cliente impressionado e vitalício. Quem não quer uma facilidade dessas? Se isso acontece comigo, eu não vou ligar se na minha próxima compra a Amazon cobrar um pouco mais caro que o concorrente. A certeza de que eles resolverão qualquer problema pensando no que é melhor e mais fácil não tem preço.

Talvez não consigamos criar esse nível de extrema facilidade em nossa empresa, mas pode eliminar muito atrito enxergando os processos e quem são os envolvidos neles e seus problemas. Tente passar por todos os processos que o cliente passa.

Dicas para atingir a gestão fácil dos negócios, tornando-os geniais

Uma boa ideia

O que faz a empresa surgir não necessariamente é a ideia que você gosta ou pela qual se envaidece, mas é o que o mundo precisa naquele momento.

Pessoas

Em qualquer momento da empresa, você precisará de pessoas; elas serão os órgãos vitais para que esse corpo continue vivo.

Gestão e estratégia

Ter técnica para fazer com que tudo flua é ser como um maestro. Você faz parte daquela orquestra, não produz nenhum daqueles sons, mas garante que eles estarão coordenados, afinados, sutis e intensos nos momentos em que for necessário.

Estrutura

A estrutura certa para que as pessoas trabalhem pode fazer a diferença, assim como a estrutura errada significará muito dinheiro perdido. Estrutura vai de software a espaço físico e benefícios.

Inovação

Queremos inovar, sem exceção; o problema é COMO. A inovação é o último pilar da empresa, pois é um passo que acontece depois que você garantiu os demais apontados acima.

Autor: Oséias Gomes | CEO e fundador da Odonto Excellence Franchising, consultor empresarial, palestrante e autor de Gestão Fácil (editora Gente), best-seller na área de negócios.

Fonte: Revista HSM Management

Brasil é o terceiro país com maior número de novos unicórnios em 2019

Brasil é o terceiro país com maior número de novos unicórnios em 2019

Ebanx, Gympass, Loggi, QuintoAndar e Wildlife. É com essas cinco empresas que o Brasil conquistou o terceiro lugar no ranking de paíseis com maior número de novos unicórnios em 2019.

O levantamento, realizado pelo site de notícias Crunchbase, revela que, ao todo, 142 companhias ao redor do mundo se juntaram à lista de unicórnios em 2019. Essas empresas levantaram US$ 85,1 bilhões  —  abaixo dos US$ 139 bilhões captados por novos unicórnios em 2018 e dos US$ 93,8 bilhões de 2017.

A primeira posição do ranking é dos Estados Unidos, que encerra 2019 com 78 novas empresas avaliadas em mais de US$ 1 bilhão. O segundo lugar ficou com a China, que teve 22 novos unicórnios. Empatado com o Brasil no terceiro lugar está a Alemanha.

Os setores que mais criaram unicórnios ao redor do mundo foram os de serviços financeiros, varejo, dados e analytics, transportes, applicativos em geral e saúde.

No Brasil, o número de unicórnios criados em 2019 é o mesmo de 2018. No ano passado as cinco startups a entrar na lista foram o aplicativo de transportes 99, as empresas de meios de pagamento PagSeguro e Stone, a prestadora de serviços financeiros Nubank e o aplicativo de delivery iFood.

O mercado brasileiro tem atraído a atenção de fundos de venture capital de todo o mundo. O grande destaque é o conglomerado japonês Softbank. Em 2019, a instituição anunciou a criação de um fundo de US$ 5 bilhões voltado exclusivamente para aportes na América Latina.

Só no Brasil o SoftBank realizou aportes em oito startups em 2019 — três delas se tornaram unicórnios (o aplicativo de entregas Loggi, a startups de aluguéis QuintoAndar e o aplicativo de academias Gympass).

A empresa de jogos Wildlife recebeu investimento do fundo norte-americano Benchmark Capital, investidora de negócios como Instagram e Snapchat, e a startup de meios de pagamento Ebanx recebeu rodada de investimentos liderada pelo fundo FTV Capital.

Fonte: InfoMoney

Dono da Centauro compra Nike no Brasil e será único distribuidor da marca

Dono da Centauro compra Nike no Brasil e será único distribuidor da marca

Negócio custará ao grupo varejista SBF 900 milhões de reais

O Grupo SBF, dono da varejista de material esportivo Centauro, comprou a operação da Nike no Brasil. Com a aquisição, a varejista se torna distribuidora exclusiva dos produtos Nike no varejo online e físico no país por um período de dez anos.

A aquisição custará ao SBF 900 milhões de reais. O valor está sujeito a ajuste, conforme o grupo informou em comunicado ao mercado financeiro. A compra da subsidiária brasileira da Nike inclui o estoque e as lojas, mas não direitos de propriedade intelectual sobre a marca.

Agora, o Grupo SBF passa a atuar como uma holding, com a Centauro e a Nike do Brasil como unidades de negócios separadas. Pedro Zemel, presidente da Centauro, assume como presidente da holding.

Especializada em artigos esportivos, a marca Nike continuará sendo distribuída a outros varejistas no Brasil, embora ainda não tenha ficado claro os termos desses contratos a partir de agora. A Nike já tinha desde 2017 um contrato preferencial com a Centauro, de modo que os produtos chegavam primeiro na varejista antes de concorrentes (como a Netshoes, que desde o ano passado pertence ao Magazine Luiza).

Além da distribuição por meio de outras redes de varejo, a Nike tem 24 lojas no Brasil e 15 lojas de parceiros, que agora serão da nova holding.

“Nos últimos anos, fizemos uma série de investimentos em diversas frentes e, principalmente, em tecnologia e multicanalidade, o que nos possibilitou avançar expressivamente no nosso setor e nos transformar em uma plataforma do esporte. Estamos muito entusiasmados com a oportunidade de servir ainda mais a comunidade esportiva por meio de uma marca tão poderosa. Seguimos comprometidos com a missão de aprimorar o ecossistema do esporte no nosso país através de diferentes caminhos e modelos de negócios”, disse Zemel em comunicado.

Com a notícia, as ações do Grupo SBF subiram mais de 11% logo após o anúncio pela manhã e ao longo de toda a tarde desta quinta-feira, negociada acima de 48 reais.

O que a Centauro tem a ganhar

A compra é vista como uma parceria estratégica por especialistas em varejo. “O grupo dono da Centauro será fornecedor de todo mundo que quiser comprar Nike, que é a marca predileta dos brasileiros. E ainda vai ter o privilégio de fazer lançamentos de produtos e categorias na plataforma deles. É uma grande sacada”, afirma Ana Paula Tozzi, CEO da AGR Consultores. Com a compra, a Nike do Brasil passa a ter, por meio da Centauro, a possibilidade de ter maior acesso aos dados de seus clientes, o que é cada vez mais importante para o desenvolvimento dos negócios das marcas no varejo. “O grande futuro do varejo está nos dados do consumidor”, afirma Tozzi. O Grupo SBF afirma que ainda não tem planos concretos nesse sentido.

A Nike é a maior marca de artigos esportivos em operação no Brasil. A americana tem 21,9% de participação nesta categoria no mercado brasileiro, enquanto a rival alemã Adidas tem 17,3%, segundo a empresa de inteligência de mercado Euromonitor. Em seguida vem a japonesa Asics (6% do mercado nacional), a brasileira Vulcabrás Azaléia (5,6%) e a japonesa Mizuno (5,5%). O segmento de moda esportiva teve receita de 24,5 bilhões de reais em 2019.

O movimento feito pelo Grupo SBF não é isolado. Recentemente, a fabricante de calçados Arezzo comprou a operação no Brasil da americana Vans, famosa pelos tênis, por 50 milhões de reais. Uma das vantagens da transferência da operação de uma marca global para um player local é aproximar mais essa estrangeira do cliente brasileiro. A aquisição na Nike pelo Grupo SBF acende um alerta para as marcas concorrentes da Nike, na visão de Mauro Nomura, master franqueado da Adidas no Brasil. “O principal impacto para as concorrentes é que a gestão da Nike no Brasil ficará mais ágil e a marca deve ganhar valor”, diz.

O Grupo SBF vinha de uma novela que marcou o ano de 2019 no varejo, quando o varejista disputou (e perdeu) a compra da concorrente Netshoes com o Magazine Luiza. A Netshoes, que quase quebrou após sucessivos prejuízos, terminou vendida ao Magalu por 115 milhões de dólares. O SBF chegou a fazer uma oferta maior, de 127 milhões de dólares, mas a proposta foi rejeitada – à época, EXAME apurou que havia uma resistência do fundador da Netshoes, Marcio Kumruian, em vender sua empresa para a principal concorrente.

Desde então, o Grupo SBF vem se esforçando para mostrar que é capaz de vencer no varejo mesmo sem a Netshoes. Uma das principais tacadas veio em outubro, quando anunciou uma parceria com a B2W – dona de Submarino, Americanas.com e Shoptime – para vender seus produtos no site da Americanas.com, mas com logística e plataforma próprias, o que chamou de “marketplace diferenciado”. No dia do anúncio, as ações do SBF chegaram a subir 5%, com analistas de mercado animados pela exposição dos produtos da Centauro na vitrine online da Americanas.

O Grupo SBF também vem sendo elogiado pela estratégia multicanal, com boa integração entre lojas físicas e comércio eletrônico. Essas medidas fizeram os investidores continuarem apostando no grupo, cujas ações avançaram mais de 250% desde que abriu capital na bolsa, em abril.

Fonte: Revista EXAME

Fusões e aquisições atingem número histórico no país em 2019

Fusões e aquisições atingem número histórico no país em 2019

Foto: Valdir Augusto Assunção, sócio da PwC Brasil líder das Operações no Interior Paulista.

O mercado brasileiro foi surpreendido com o anúncio de 912 transações no país em 2019, maior volume histórico acumulado, segundo levantamento mensal feito pela PwC Brasil sobre o mercado de Mergers and Acquisitions (M&A). O recorde da série histórica era de 879 transações, registrado em 2014.

O volume alcançado em 2019 é 14% superior à média dos melhores anos (803 transações de 2010 a 2015) e 39% superior ao volume de 2018 (658). Apenas em dezembro último, o número de anúncios foi 114,97% superior ao mesmo mês de 2018 (58), evidenciando o forte crescimento do mercado de M&A em 2019 e a tendência para 2020.

Dentre as 912 fusões e aquisições anunciadas em 2019, 416 tiveram valor divulgado, totalizando US$ 63,8 bilhões e ultrapassando em US$ 27 bilhões o montante divulgado em 2018 (US$ 36,8 bilhões). Do total anunciado, 8 apresentaram valor de compra acima de US$ 1 bilhão, somando US$ 33 bilhões.

As transações de até US$100 milhões representam 79% das 416 cujos valores foram divulgados, sendo as maiores responsáveis pela alta de operações com valor aberto em relação a 2018. Já as de médio porte representam 19%.

A Região Sudeste consolidou 65% do interesse dos investidores nos negócios anunciados. Com 596 transações no ano de 2019, apresentou aumento de 35% em comparação ao ano anterior (441). Apenas em dezembro, foram anunciadas 75 transações, incremento de 103% em comparação ao mesmo período do ano passado (37).

Interior paulista

O Estado de São Paulo representou 51% das transações anunciadas até dezembro de 2019, com 466 operações (ante 311 em 2018) –, sendo 402 na Região Metropolitana de São Paulo e 64 no Interior de São Paulo. “Entre elas está a YDUQS, holding de ensino superior (ex-Estácio), que anunciou a aquisição da UniToledo, centro universitário de Araçatuba, pelo valor de R$ 102,5 milhões. Já na Região Metropolitana de Campinas (RMC), por exemplo, foi a Hapvida, grupo brasileiro do setor de saúde, que anunciou em dezembro a aquisição da Medical Medicina Cooperativa Assistencial, empresa que possui uma carteira de plano de saúde e um hospital próprio em Limeira (SP), pelo valor de R$ 294 milhões”, diz Valdir Augusto Assunção, sócio da PwC Brasil líder das Operações no Interior Paulista.

Tecnologia da Informação

O setor de Tecnologia da Informação (TI) terminou o ano de 2019 na liderança, com 258 transações anunciadas, crescimento de 84% em relação a 2018 (140 transações), representando 29% do total transacionado. Entre os exemplos que se destacaram em 2019, estão o do fundo norte-americano Fintech Collective, junto com a brasileira Monashees e a startup Contabilizei, que realizaram aporte no valor de US$ 10 milhões na Rebel, fintech brasileira de empréstimos; e da Full Track Alliance, plataforma de logística da China, que realizou um aporte de valor não anunciado na TruckPad, desenvolvedora brasileira de plataforma digital que conecta caminhoneiros a fretes de transportadoras.

Em segundo lugar, ficou o setor de Serviços Auxiliares, com 73 transações, crescimento de 26% em comparação a 2018 (58 transações) – ou 8% do total transacionado. Em terceiro, o de Serviços Públicos, com 70 transações, aumento de 32% em relação a 2018 (53 transações).

Investidores estrangeiros

Em 2019, houve elevação de 51% do interesse de investidores nacionais (com 589 transações), comparado ao ano de 2018, quando os investidores nacionais concretizaram 389 transações. No ano de 2019, as operações envolvendo investidores nacionais representam 68% do total de aquisições e compras anunciadas.

Com 273 transações realizadas no ano de 2019, os investidores estrangeiros progrediram 18% em relação ao ano 2018, quando foram registradas 231 transações. “Esse crescimento demonstra que os investidores estrangeiros voltaram a ver o País como um atrativo destino para os seus investimentos”, afirma Assunção.

Estados Unidos, Japão e França foram responsáveis por 45% do total de operações envolvendo capital estrangeiro. Os EUA ficaram com 33% do total (95), volume 17% superior em comparação a 2018 (81); o Japão com 7% do total ou 20 transações (em 2018 foram 7); e a França com 5% do total ou 16 (em 2018 chegou a 23).

Na PwC, o propósito é construir confiança na sociedade e resolver problemas importantes. A PwC é um Network de firmas presente em 157 países, com mais de 276.000 profissionais dedicados à prestação de serviços de qualidade em auditoria e asseguração, consultoria tributária e societária, consultoria de negócios e assessoria em transações.

Fonte: Panorama de Negócios

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