ESG e Aquisições Sustentáveis

ESG e Aquisições Sustentáveis

O que define uma boa aquisição mudou.

Hoje, critérios ambientais, sociais e de governança não são só um diferencial, e sim fatores decisivos. 

A Trade acompanha de perto essa transformação. Nosso trabalho em assessoria de M&A considera não apenas os números, mas o alinhamento estratégico com práticas sustentáveis que valorizam o negócio no longo prazo. Se sua empresa quer crescer com inteligência e responsabilidade, é hora de repensar as prioridades.

Quer saber mais sobre aquisição de empresas?
Acesse nosso site e veja como podemos apoiar sua empresa.

Saiba mais sobre este serviço em https://tradecon.com.br/capital/

Apresentação Valuation AB&B Engenharia

Apresentação Valuation AB&B Engenharia

Esta semana apresentamos o Valuation da AB&B Engenharia.

A AB&B é uma empresa especializada em soluções de engenharia consultiva e gerenciamento de obras, com atuação em projetos de grande porte.

O Valuation é um passo estratégico para empresas que querem tomar decisões com mais clareza, segurança e visão de futuro. Ele mostra, com embasamento técnico, quanto vale o negócio hoje e quais caminhos podem aumentar esse valor.

A Trade conduz esse processo com profundidade e foco nos objetivos de cada cliente.

Obrigado, AB&B, pela confiança e parceria! 🤝🏼

Conheça o case Labubu

Conheça o case Labubu

Quando foi a última vez que um brinquedo conseguiu mudar a forma como enxergamos gestão empresarial?

Pode parecer estranho, mas o fenômeno Labubu (aquele bonequinho colecionável que virou febre mundial) é muito mais do que um sucesso de vendas. Ele traz lições práticas e atuais para quem pensa em gestão, inovação e crescimento de negócios.

Você provavelmente já viu um por aí, nas redes sociais ou em lojas, mas talvez não saiba exatamente o que ele é, nem a história por trás do sucesso da Pop Mart, a empresa chinesa responsável por essa febre.

Labubu é um personagem colecionável criado pela Pop Mart, que adotou a estratégia de “blind box” — caixas surpresa que contêm um brinquedo aleatório — para vender esse e outros produtos. Essa forma de comercialização cria uma experiência única para o consumidor, misturando curiosidade, surpresa e o desejo de colecionar diferentes peças.

Desde 2019, a Pop Mart adotou esse modelo e transformou o brinquedo em um fenômeno global. Com presença em mais de 90 países, a empresa não só vende brinquedos, mas constrói um ecossistema de exclusividade, desejo e engajamento… e faturou mais de 400 milhões de dólares só com essa linha.

O diferencial? Não está só no produto, mas no jeito de gerir a empresa.

A Pop Mart investe fortemente em entender o comportamento do consumidor e usa dados para ajustar estoques, desenvolver lançamentos e direcionar campanhas. Isso garante que a empresa não só venda, mas mantenha uma base fiel e ávida por novidades.

Além disso, o crescimento internacional foi feito com planejamento e escalabilidade, respeitando as particularidades de cada mercado para não perder o controle da operação e garantir qualidade.

E mais: o modelo de “blind box” é uma inovação em modelo de negócio. Em vez de competir por preço ou características técnicas, a Pop Mart criou valor por meio da exclusividade e da experiência, gerando uma relação emocional entre cliente e produto.

O que isso significa para quem trabalha com gestão empresarial?

Primeiro, que inovação não é só lançar um produto novo, mas pensar no modelo de negócios e na experiência que a empresa entrega ao cliente.

Segundo, que o uso de dados e feedback constante é vital para ajustar o rumo e garantir crescimento sustentável.

E terceiro, que expansão precisa ser feita com planejamento estratégico para evitar riscos e preservar o que torna a marca valiosa.

Esse case mostra que, para crescer de verdade, é preciso olhar além do produto, colocando o cliente no centro, usando inovação como ferramenta e gestão orientada a dados como base.

Se sua empresa quiser ir além do óbvio, essas são as lições que vale absorver.

Conheça Tiago Silveira,  nosso novo Head de M&A

Conheça Tiago Silveira, nosso novo Head de M&A

Temos o prazer de anunciar a chegada de Tiago Silveira como novo head de M&A da Trade.

Profissional com sólida experiência em finanças corporativas, fusões e aquisições e modelagem financeira, Tiago possui formação em Ciências Contábeis pelo IBMEC e certificação em Valuation & Financial Modelling.

Ao longo de sua trajetória, atuou em consultorias financeiras em boutiques de M&A, participando de projetos de análise de negócios, elaboração de estudos, conduzindo processos de due diligence e negociações estratégicas, sempre com foco em apoiar empresas em decisões críticas de crescimento, expansão e sucessão.

Com vivência internacional, passou por uma imersão em diversos países da Europa, onde estudou os maiores cases de sucesso empresarial do mundo e teve contato com as principais escolas de negócios globais. Essa bagagem amplia sua visão estratégica e fortalece ainda mais a atuação da Trade no mercado.

Tiago chega para liderar, junto aos sócios, os projetos de M&A com uma abordagem ainda mais técnica, estratégica e conectada às melhores práticas do mercado global.

Seguimos comprometidos em potencializar o valor dos negócios em cada etapa do processo. Seja bem-vindo, Tiago!

A nova taxação dos EUA e o alerta que ela traz para empresas brasileiras

A nova taxação dos EUA e o alerta que ela traz para empresas brasileiras

O cenário internacional mudou. E isso pode afetar diretamente o seu negócio.

No dia 9 de julho de 2025, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a aplicação de uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros, com vigência a partir de 1º de agosto. A decisão foi repentina, não teve aviso prévio e rapidamente gerou instabilidade política e econômica por aqui.

Na prática, a medida dificulta a entrada de produtos brasileiros no mercado norte-americano, encarecendo os preços e reduzindo a competitividade das exportações. O reflexo disso vai muito além das empresas que vendem diretamente para os EUA. Toda a cadeia que gira em torno dessas operações é impactada, e o ambiente de negócios como um todo tende a ficar mais incerto.

Logo após o anúncio, os efeitos já foram sentidos: alta do dólar, elevação dos juros futuros e temor de retração em alguns setores produtivos. Mais uma vez, empresários foram lembrados de que o mercado pode mudar de uma hora para outra — e que decisões externas, muitas vezes políticas, têm impacto direto na operação de quem está aqui dentro do país.

Esse tipo de cenário reforça uma urgência que muitas empresas ainda postergam: a necessidade de uma gestão preparada para lidar com a imprevisibilidade.

Hoje, ainda é comum ver empresas que funcionam bem no operacional, mas que não possuem estrutura de planejamento, análise de riscos ou governança. Quando algo foge do previsto, como uma mudança tarifária internacional ou uma oscilação cambial repentina, essas organizações sentem o impacto de forma muito mais intensa. Faltam dados confiáveis para embasar decisões. Faltam alternativas comerciais previamente estudadas. Falta visão de médio e longo prazo.

É nesse ponto que a profissionalização da gestão deixa de ser uma pauta teórica e passa a ser um fator de sobrevivência. Não basta ter um bom produto ou estar num mercado aquecido. É preciso entender com clareza onde estão os riscos, quais são os cenários possíveis, como proteger margens e onde buscar oportunidades em meio à instabilidade.

A taxação anunciada pelos Estados Unidos escancara isso. O empresário que atua com estrutura e planejamento tem mais capacidade de resposta, mais margem para agir e menos exposição a decisões feitas no susto. E o que protege empresas em momentos assim não é o improviso. É método, clareza e preparação.